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Estrada - Arquivo Notícias
 
Gaspar Gonçalves foi o melhor júnior português
Estrada
Gaspar Gonçalves foi o melhor representante português na prova de fundo para juniores do Campeonato do Mundo de Estrada, concluindo os 140,1 quilómetros da corrida no 76.º lugar, a 9m04s do holandês Mathieu van der Poel, que venceu isolado, em Florença, Itália.

O trio luso nunca se adaptou ao forte andamento da corrida, não resistindo às dificuldades e ao ritmo superior dos adversários, que se revelaram muito superiores, devido à maior rodagem internacional de que dispõem relativamente aos corredores portugueses.

O holandês Mathieu van der Poel saltou do grupo dos favoritos na última subida à curta mas muito exigente escalada para a Via Salviati, a cerca de 5 quilómetros do final, isolando-se para cortar o risco com 3 segundos de vantagem sobre os perseguidores. O dinamarquês Mads Pedersen foi o segundo, deixando o terceiro lugar para o albanês Itjan Nika.

Gaspar Gonçalves, apesar de acometido de problemas intestinais, acabou por ser o melhor elemento da Seleção Nacional/Liberty Seguros, só perdendo o contacto com o grupo principal na penúltima volta. David Ribeiro teve um desempenho semelhante, chegando ao final no 78.º posto, a 9m45s do primeiro. O campeão nacional de fundo, César Martingil, cedo ficou para trás, sendo um dos 70 desistentes do dia.

“Não correu como esperava. Apesar de sentir dores de barriga quase desde o começo da prova, inicialmente ainda me senti mais ou menos. Só que o ritmo foi muito forte e não fui capaz de aguentar-me na frente”, admitiu Gaspar Gonçalves.

“Tive uma queda, mas consegui recolar. Só que nunca vi nada como isto. O ritmo que os adversários metiam subida acima era impressionante. Não consegui ir com eles e fiquei um pouco triste, porque estava à espera de fazer melhor”, lamentou David Ribeiro.

O selecionador nacional, José Poeira, assume alguma desilusão face aos resultados. “Hoje não tivemos um dia bom. Tendo em conta as caraterísticas dos corredores, esperava mais do David e do Gaspar, cujas qualidades, em circunstâncias normais, permitiam que, pelo menos, estivessem no grupo da frente”, afirmou o técnico português.

A participação portuguesa no Campeonato do Mundo de Estrada termina neste domingo, com a muito esperada presença de André Cardoso, Rui Costa e Tiago Machado na prova de fundo para elite, que vai iniciar-se às 9h10 (hora portuguesa) e que termina quando estiverem percorridos 272,3 quilómetros, entre Lucca e Florença.

As maiores dificuldades estão guardadas para o circuito final de 16,6 quilómetros, que terá de ser percorrido dez vezes. Este circuito conta com duas subidas com caraterísticas distintas. A primeira, Fiesole, tem uma extensão de 4,370 quilómetros, uma inclinação média de 5,2 por cento e rampas que chegam aos 9 por cento. A outra, Via Salviati, a 5 quilómetros do final, tem apenas 600 metros, mas as pendentes são assustadoras: inclinação máxima de 16 por cento e média de 10,2 por cento.

As previsões meteorológicas apontam para a possibilidade de aguaceiros para este domingo na região onde se disputa a corrida, o que incrementará o grau de exigência, uma vez que parte do circuito é feito em descida, com várias curvas muito técnicas.
2013-09-28
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