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Estrada - Arquivo Notícias
 
Seleção Nacional/Liberty Seguros procura fazer história em Florença
Estrada
A Seleção Nacional/Liberty Seguros corre no próximo domingo a prova de fundo para elite do Campeonato do Mundo de estrada, em Florença, Itália, com um objetivo muito claro: melhorar o 11.º lugar de Rui Costa, alcançado em 2012, e que é, até ao momento, o melhor resultado de sempre de um português em provas de elite do mundial.

Portugal vai estar representado por Rui Costa (dorsal 150), que é o chefe de fila e que será acompanhado por André Cardoso (dorsal 149) e por Tiago Machado (dorsal 151). “Não temos uma equipa numerosa, mas tem muita qualidade. Vai ser necessário aproveitar o trabalho das seleções mais numerosas, que já chegarão à fase final com menos elementos e, aí, estaremos praticamente de igual para igual”, afirma o selecionador, José Poeira.

O técnico português pretende “conquistar um lugar entre os dez melhores, o mais à frente possível”. Para isso, acredita no potencial de Rui Costa, que “nos tem habituado a não falhar quando traça um objetivo” e que em Itália contará com “a ajuda do André e do Tiago”.

Rui Costa não enjeita a responsabilidade de liderar o coletivo luso, revelando que tem o mundial em ponto de mira desde julho. “Desde o Tour que venho a preparar esta corrida. Somos apenas três em prova e é pena não termos mais corredores, mas vamos procurar dignificar o país. Não quero criar expectativas nem marcar lugares a atingir. Apenas desejo estar bem para que possa ser um dia bonito e alegre para mim e para os meus companheiros de equipa”, diz Rui Costa.

O corredor poveiro prevê que a corrida seja “muito atacada nas últimas voltas, o que nos obrigará a estudar a melhor forma para estarmos sempre com os da frente”. Rui Costa considera que os adversários mais perigosos são “as seleções de Itália e de Espanha, assim Philippe Gilbert ou Peter Sagan, que estão muito fortes e que teremos sempre debaixo de olho”.

Tiago Machado será um dos escudeiros de Rui Costa em Florença. “O selecionador foi muito explícito que me convocou. Sei que temos um líder, que é o Rui, e tudo farei para que ele chegue aos momentos decisivos nas melhores condições, sem desgaste extra. Temos de ter a corrida na mão. Somos apenas três, o Rui vai ser muito marcado e não pode responder a tudo o que mexe. Eu e o André devemos estar atentos aos homens apontados como segundas escolhas”, adianta o famalicense.

Tal como o chefe de fila, Tiago Machado tem esperança de conseguir “algo bonito”. Seria a cereja no topo do bolo para o momento pessoal de felicidade pelo regresso à Seleção Nacional/Liberty Seguros. “Todos os atletas de alto rendimento têm o sonho de representar o país. Eu não sou exceção e tenho muito orgulho em vestir as cores nacionais”, revela o ciclista minhoto.

Acabado de aterrar no aeroporto de Bolonha, André Cardoso tem os pés assentes no chão quanto ao trabalho que deve efetuar no próximo domingo. “Com apenas três elementos não podemos fazer de início um trabalho específico para o Rui. No entanto, devemos estar sempre bem colocados, aproveitando o trabalho das outras seleções, que vão anular-se mutuamente, até ficar um grupo restrito. Temos de conseguir estar os três nesse grupo mais pequeno e, aí, já podemos lutar com as mesmas armas em prol do Rui Costa”, explica o gondomarense.

Depois de ter terminado a Volta a Espanha em bom nível, André Cardoso garante que está a atravessar um bom momento. “Concluí a Vuelta em boa condição e continuei a preparar-me em casa para chegar ao mundial nas melhores condições. Sinto-me bem e já estou recuperado do esforço da Volta a Espanha”, frisa André Cardoso.

A prova de elite masculina parte de Lucca e chega a Florença, tendo 272,3 quilómetros, dos quais 166 serão percorridos no duro circuito em redor de Florença. Este circuito conta com duas subidas duras. A de Fiesole tem uma extensão de 4,37 quilómetros, uma inclinação média de 5,2 por cento e rampas que chegam aos 9 por cento. A outra, mais curta, é a de Via Salviati, com apenas 600 metros, mas com rampas que atingem os 16 por cento, numa pendente média de 10,2 por cento.
2013-09-27
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