UCI UEC Comité Olímpico Comité Paralímpico Confederação do Desporto IPDJ Fundação do Desporto Centro de Alto Rendimento Plano Nacional de Ética no Desporto
Início UVP-FPC Equipa Portugal Estrada BTT BMX Pista Escolas Ciclocrosse Ciclismo para Todos
Ciclismo para Todos
Inscrições 2017
Filiações Competição
Filiação Competição 2017
Filiações Comissário
Renovação
Parceiros Oficiais
Vantagens Filiados
Vantagens Filiados 2017
Calendários
Calendário Nacional FPC
Calendários Regionais
Seguros
Info. Desportiva
Documentos/Formulários
Formação
Formação
Centros BTT
Loja Online
Loja Online
Regulamentos
Gerais
Estrada
Pista
BTT
BMX
Ciclocrosse
Trial
Escolas de Ciclismo
Ciclismo para Todos
Antidopagem
Arbitragem
Contactos
UVP-FPC
Associações
Organizador Provas
Notícias
 
Análise à prestação das 18 equipas do pelotão voltista
Estrada
Com a chegada do dia de descanso, fazemos um balanço da primeira fase da Volta a Portugal, olhando para o desempenho de cada uma das 18 equipas participantes.

W52-FC Porto
Melhor elemento: Raúl Alarcón, 1.º classificado
O coletivo azul e branco põe e dispõe da corrida. Ganhou quatro das sete etapas já disputadas, tem quatro homens nos top 7 da geral, entre os quais o comandante, Raúl Alarcón, e ataca a corrida sempre que entende conveniente. As demonstrações de força dos comandados de Nuno Ribeiro deixam aos rivais uma única alternativa: resistir enquanto puderem.

Sporting-Tavira
Melhor elemento: Rinaldo Nocentini, 2.º, a 24s
É a equipa que, na geral, tem dado mais luta aos portistas. Rinaldo Nocentini tem demonstrado capacidade para seguir sempre os melhores e é, nesta altura, a ameaça mais séria à camisola amarela de Raúl Alarcón. O galego Alejandro Marque começou forte, mas tem vindo a perder "gás". Frederico Figueiredo poderia ser um esteio da equipa para as etapas de montanha, mas tem sido fustigado pelas quedas.

Louletano-Hospital de Loulé
Melhor elemento: Vicente García de Mateos, 4.º, a 34s
Os algarvios centraram a corrida em Vicente García de Mateos e o espanhol tem correspondido. Chega ao dia de descanso na quarta posição, em claras condições de bater-se pelo pódio, e foi segundo na quinta e na sexta etapas, motivo pelo qual é o dono da camisola por pontos.

RP-Boavista
Melhor elemento: João Benta, 6.º, a 1m28s
Os boavisteiros chegaram à Volta com dois potenciais chefes-de-fila. João Benta falhou na primeira etapa e Rui Sousa esteve aquém do esperado na etapa da Senhora da Graça. Ficaram ambos em posição difícil na luta pelo pódio. No entanto, os pupilos de José Santos têm estado ativos nas fugas e viram premiada a combatividade com o triunfo de Rui Sousa na sexta etapa. Luís Gomes está na luta pela camisola da juventude.

Efapel
Melhor elemento: Henrique Casimiro, 8.º, a 1m40s
A equipa sediada em Ovar viveu uma primeira semana de competição para esquecer. A queda de Rafael Silva limitou a capacidade da formação para lançar Daniel Mestre nos sprints. Henrique Casimiro e Sérgio Paulinho estão no top 10, mas demonstraram fragilidade nos momentos críticos da corrida. Casimiro está a 1m40s da camisola amarela, Paulinho cedeu mais 8 segundos nos primeiros sete dias de prova.

Euskadi Basque Country-Murias
Melhor elemento: Mikel Bizkarra, 13.º, a 3m37s
Os bascos participam na Volta a Portugal com a atitude combativa que os carateriza. Estão quase sempre representados nas fugas, espreitando uma oportunidade para vencer uma etapa, e são a única equipa forasteira com um corredor no top 15. Trata-se de Mikel Bizkarra, 13.º, a 3m37s de Alarcón.

LA Alumínios-Metalusa BlackJack
Melhor elemento: Hugo Sancho, 14.º, a 3m44s
O bloco de Albergaria-a-Velha perdeu o chefe-de-fila, Edgar Pinto, devido a uma queda aparatosa na segunda etapa. Perante o infortúnio, os corredores às ordens de José Augusto Silva não baixaram os braços e têm lugar diário no pódio, ao qual João Matias tem subido para vestir a camisola azul, símbolo de rei dos trepadores.

Israel Cycling Academy
Melhor elemento: Krists Neilands, 16.º, a 6m54s
A única equipa continental profissional do pelotão tem deixado os créditos nas pernas do campeão da Letónia de fundo, Krists Neilands. O letão cedeu face aos melhores na sexta etapa, mas mantém o comando da classificação da juventude, um desempenho meritório para um dos corredores com futuro mais promissor em todo o pelotão voltista.

Team Vorarlberg
Melhor elemento: Patrick Schelling, 17.º, a 7m14s
A formação austríaca tem apresentado na Volta a Portugal uma prestação semelhante à restante época: mais apagada do que seria de supor perante a valia individual dos membros do plantel.

Kuwait-Cartucho.es
Melhor elemento: David Rebellin, 22.º, a 10m20s
O veteraníssimo Davide Rebellin ainda rolou com os melhores no início da competição, mas as etapas da Senhora da Graça e de Fafe deixaram a nu as dificuldades do italiano e dos colegas de equipa.

GM Europa Ovini
Melhor elemento: Marco Tizza, 30.º, a 19m09s
A equipa italiana esteve perto do sucesso, quando Antonio Parrinello foi segundo classificado na segunda etapa, que perdeu para Samuel Caldeira no "photo finish". Marco Tizza é, como se esperava, a melhor arma para a geral, mas está longe dos melhores.

H&R Block Pro Cycling Team
Melhor elemento: Chris Prendergast, 31.º, a 19m43s
Os esforçados corredores da equipa continental oriunda do Canadá já subiram ao pódio. Foi no prólogo, com Travis Samuel a envergar a camisola de melhor jovem. Foi o máximo que conseguiram para escapar ao anonimato.

Bike Aid
Melhor elemento: Nikodemus Holler, 35.º, a 26m43s
Uma das equipas mais frágeis da competição. Ainda não conseguiu colocar um homem nos dez melhores de uma etapa.

Unieuro Trevigiani-Hemus 1896
Melhor elemento: Simone Ravanelli, 40.º, a 30m06s
Também nunca conseguiu colocar um ciclista no top 10 de qualquer etapa, o que se justifica com a extrema juventude do conjunto, totalmente formada por sub-23, alguns de primeiro ano.

Metec-TKH Continental Cycling Team p/b Mantel
Melhor elemento: Jamo Gmelich Meijling, 42.º, a 32m38s
Os holandeses são conhecidos como roladores e como sprinters. Numa corrida com tão poucas oportunidades para esse tipo de corredores estão a ter o desempenho esperado: vão passando despercebidos.

JLT Condor
Melhor elemento: Edward Laverack, 57.º, a 44m55s
Este coletivo tem sido uma das desilusões da Volta. Sabendo-se que não tem armas para lutar pela geral, esperava-se que fossem mais ativos e que pudessem discutir etapas.

Dauner D&DQ Akkon
Melhor elemento: Moritz Backofen, 62.º, a 47m34s
A terceira equipa que ainda não chegou sequer a um top 10 numa tirada. Tem passado ao lado da corrida.

Armée de Terre
Melhor elemento: Jerôme Mainard, 63.º, a 48m55s
A Volta a Portugal corre sobre rodas para os homens do exército francês. Já conhecedores das especificidades da corrida lusa, os gauleses apresentaram-se sem a veleidade de combater pela geral. A Armée de Terre sempre quis, isso sim, vencer etapas. Já tem duas vitórias, balanço positivo.

2017-08-10 - 21:24:58
Partilhar Facebook
« Voltar
 
 
FACEBOOK
Jornadas
Inscrições Online
Jornal
Edição Outubro 2015
Edição Fevereiro 2016
Edição Fevereiro 2017
História do Ciclismo
História do Ciclismo
Marcos Históricos
Palmarés das Corridas Portuguesas
Volta a Portugal
PNED
Lojas Oficiais
Redes Sociais
Site desenvolvido por: Cyclop Net - Desenvolvimento de Sites Profissionais